domingo, 28 de dezembro de 2014

RETROSPECTIVA 2014

Dezembro acabando, inevitável pintar aquele clima ‘retrospectiva do ano que passou, né? Então, antes de fechar as portas de 2014 e abrir os braços para receber 2015, queria falar um pouco com vocês sobre o ano que está quase no final. Achei 2014 bastante turbulentos no Brasil… Copa do Mundo, eleições presidenciais, escândalo da Petrobrás, e por aí vai. Aliás, não precisa ser vidente nem nada para saber que ainda veremos os desdobramentos desse caso de corrupção e tantos outros ocupando os noticiários em 2015, que vergonha.

  • O bom de 2014 foi…

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Conhecer muitos amigos novos que entraram de vez na minha vida e fizeram morada fixa no meu coração. Mas não foram apenas pessoas próximas que fizeram do meu 2014 um bom, um ótimo ano. Tiveram os de longe também, mais especificamente uma menina lá de Suzano uma grande cidade perto da capital Paulista que me encantou com sua beleza e sua educação.

  • O problema de 2014 foi…

Descobrir que nem sempre as pessoas são o que demonstram ser. Na verdade eu tenho o costume de idealizar as pessoas e me decepcionar profundamente depois. Aí é sempre uma surpresa desagradável.

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  • Meu momento “$$$$” em 2014 foi…

Economizar uma grana comprei um carro... E recomecei o cofrinho novamente. Não é um assunto muito fácil mais apertando sempre sobra umas moedinhas que de grão em grão o porquinho vai estufando.

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  • E o troféu me mata de orgulho de 2014 vai para…

Meus lindos sobrinhos, que tio babão…rs…rs… Meus pais e meus irmãos. Claro que para minha pessoa que nas dificuldades junto com Jesus fui enfrentando e vencendo.

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  • Em 2014 eu descobri que…

Ainda posso acreditar no amor. Mesmo achando que o cupido é meio atrapalhando que faz umas barbaridades.cupido_flechado

  • Em 2014 eu consegui…

Vencer o penúltimo semestre da faculdade de Gestão Ambiental, ganhei um computador no bingo da APAE da minha cidade.

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  • Em 2014 eu tentei…

Ser uma pessoa melhor, emagrecer e enfrentar a vida com a cabeça erguida. Ainda não sei se consegui fazer tudo isso, mas foi bem difícil.

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  • Meu melhor dia de 2014

Este é fácil: 12 de Março comemorei meu niver com a família e com amigos especiais.

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  • Meu pior dia de 2014

Não lembro. Não deve ter sido tão ruim assim. Muitas coisas ruins aconteceram, mas nada que afetasse tanto a ponto de arruinar um dia para sempre.nao-curtir-dislike-no-facebook-1340286775182_300x300

  • Minhas compras de 2014

Consegui comprar coisas que estava querendo há tempos. Um vídeo game Xbox, uma TV nova para o quarto, um carro, alguns perfumes, alguns livros.
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  • Minha música favorita em 2014

Não tenho uma música favorita, tenho uma cantora favorita Ana Carolina.

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  • Meu lugar preferido em 2014

Meu cantinho da reflexão... Segredo. Aquele lugar que você senta, fecha os olhos e esquece do mundo…

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  • Meus livros favoritos em 2014

“O menino do Pijama listrado” – John Boyne.

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O colecionador de Lagrima – Augusto Cury.

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  • Meu site/blog preferido em 2014

www.aag.k6.com.br e www.baixaki.com.br

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  • Meu filme preferido em 2014

Gravidade

  • Minha série favorita em 2014

CSI: Crime Scene Investigation

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  • E 2015?

No ano que chega tem muita coisa para acontecer. Desejo do fundo do meu coração muitas felicidades, saúde, prosperidade, amor... Enfim, que todos nós tenhamos um 2015 maravilhoso!!

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quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

E PARA NÓS, ONDE JESUS NASCEU?

Se em uma conversa perguntarmos a São Francisco de Assis onde Jesus Nasceu, ele responderá que nasceu no dia em que, na praça de Assis entregou a sua bolsa, suas roupas e até seu nome para segui-lo incondicionalmente, pois sabia que somente ele é a fonte inesgotável de amor.

Já se perguntarmos a Tomé onde e quando nasceu Jesus. Ele nos responderá, Jesus nasceu naquele dia inesquecível, em que ele me pediu para tocar as chagas e me foi dado testemunhar que a morte não tinha poder sobre o filho de Deus. Só então compreendi o sentido de suas palavras: Eu sou o caminho, a verdade e a vida.
Para João Batista se perguntar onde nasceu Jesus ele nos responderá: - Jesus nasceu no instante em que, chegando ao rio Jordão, pediu-me que o batizasse. E ante a meiguice do seu olhar e a majestade da sua figura pude ouvir a mensagem do Alto: “Este é o meu Filho Amado, no qual pus a minha complacência”.

E se perguntarmos para nossa mãe Maria de Nazaré onde e quando nasceu Jesus. E ela nos responderá: Jesus nasceu em Belém, sob as estrelas, que eram focos de luzes guiando os pastores e suas ovelhas ao berço de palha. Foi quando o segurei em meus braços pela primeira vez e senti se cumprir a promessa de um novo tempo através daquele Menino que Deus enviara ao mundo, para ensinar aos homens a lei maior do amor.
Agora pensemos um pouquinho: E para nós, quando Jesus nasceu? Pensemos mais um pouquinho, e se descobrirmos que ele não nasceu? Então, procuremos urgentemente fazer com que ele nasça um dia destes, porque, quando isso acontecer, teremos finalmente entendido o Natal e verdadeiramente encontrado a luz.

Que Jesus nasça em nossos corações e que seja sempre Natal em nossas vidas, para que nunca nos falte a Esperança e a Alegria Cristã.

Feliz Natal!!!

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OS SÍMBOLOS DE NATAL

O homem não vive sem sinais e símbolos. Seu pensar, seu conhecer, seu expressar o real e o espiritual é realizado através de símbolos. Ele transforma tudo em símbolos para ser entendido pelos outros. Assim a língua falada e escrita e as artes nas suas diversas expressões (pintura, escultura, música, dança ...) são os símbolos mais comuns.
O homem se expressa simbolicamente também através da fé e da cultura, e o natal é uma expressão de fé e de cultura. Conheça melhor a grandeza dos significados dos símbolos do Natal:
Árvore de Natal:
No mundo, milhões de famílias celebram o Natal ao redor de uma árvore. A árvore, símbolo da vida, é uma tradição mais antiga do que o próprio Cristianismo, e não é exclusiva de uma só religião.
Muito antes de existir o Natal , os egípcios traziam galhos verdes de palmeiras para dentro de suas casas no dia mais curto do ano em dezembro como um símbolo de triunfo da vida sobre a morte.
Já o costume de ornamentar a árvore pode ter surgido do hábito que os druidas tinham de decorar velhos carvalhos com maçãs douradas para as festividades deste mesmo dia do ano.A primeira referência a uma " Árvore de Natal" é do século XVI. Na Alemanha, famílias ricas e pobres decoravam árvores com papel colorido, frutas e doces. Esta tradição se espalhou pela Europa e chegou aos Estados Unidos pelos colonizadores alemães. Logo, a árvore de Natal passou a ser popular em todo mundo.
Pinheiro
É a única árvore que não perde suas folhas durante o ano todo. Permanece sempre viva e verde.
Foi usado pela primeira vez pela rainha da Inglaterra Elizabete e por ocasião do dia 25 de Dezembro , quando oferecia uma grande festa e recebia muitos presentes .
Não podendo recebê-los todos pessoalmente pediu que fossem depositados em baixo de uma árvore no jardim.
Origina-se daí, igualmente, o costume depositar os presentes em baixo da árvore.
Árvore verde também trás a esperança , a alegria e a vida nova .
O verde constante do pinheiro, a vida permanente e plena que Jesus Cristo aparece.
Bolas coloridas que enfeitam as árvores.
Simbolizam os frutos da "árvore vida" ou seja, Jesus Cristo.
O Presépio:
Um dos símbolos mais comuns no Natal dos países
católicos é a reprodução do cenário onde Jesus Cristo nasceu: uma manjedoura, animais, pastores, os três reis magos, Maria, José e o Menino Jesus.
O costume de montar presépios surgiu com São Francisco de Assis, que pediu a um homem chamado Giovanni Villita que criasse o primeiro presépio para visualizar, sensibilizar, facilitar a meditação da mensagem evangélica, do, conteúdo, do mistério de Jesus Cristo que nasce na pobreza, na simplicidade.
São Francisco, então, celebrou uma missa em frente deste presépio, inspirando devoção a todos que o assistiam.
Papai Noel:
Ele foi inspirado no bispo Nicolau, que viveu e pontificou na cidade de Myra, Turquia, no século IV. Nicolau costumava ajudar, anonimamente, quem estivesse em dificuldades financeiras. Colocava o saco com moedas de ouro a ser ofertado na chaminé das casas. Foi declarado santo depois que muitos milagres lhe foram atribuídos.
Sua transformação em símbolo natalino aconteceu na Alemanha e daí correu o mundo. Nos Estados Unidos, a tradição do velhinho de barba comprida e roupas vermelhas que anda num trenó puxado por renas ganhou força.A figura do Papai Noel que conhecemos hoje foi obra do cartunista Thomas Nast, na revista Harper's Weeklys, em 1881.
O cartão de Natal:
A prática de enviar cartões de Natal surgiu na Inglaterra no ano de 1843. Em 1849 os primeiros cartões populares de Natal começaram a ser vendidos por um artista inglês chamado William Egly.

Independentemente da sofisticação, beleza e simplicidade, os cartões são símbolos do inter-relacionamento do homem. O ser humano é comunicação, é relacionamento. A dimensão dialogal, de comunhão, de empatia vem expresso pela palavra escrita. Ao falarmos em palavra, nos vem à mente o prólogo do evangelho de São João: Cristo é o Verbo, a Palavra criadora, unificadora e salvadora de Deus (Jo 1,1-5).
Os presentes:
Existem muitas origens para este símbolo. Uma delas conta que São Nicolau, um anônimo benfeitor, presenteava as pessoas no período natalino. Outra tradição mais antiga, lembra os três reis magos que presentearam Jesus. O dia e o motivo de dar e receber presentes varia de país para país.

A origem dos presentes por ocasião do final do ano tem origem pagã e que a tradição cristã foi aos poucos assimilando.
Os romanos, há mais de 1500 anos, tinham o costume de enviar presentes aos amigos no início do ano novo. Tal hábito coincidia aos festejos ao deus Janus (um deus bifronte, que olhava para o ano que terminava e para o que começava) e, talvez as origens do nosso reveillon e outras comemorações de fim de ano. Esta festa complementava a festa do sol (25 de dezembro).
Com o crescimento do cristianismo essas festas foram ganhando sentido cristão: Cristo é o Sol que ilumina o caminho dos homens; Ele é o Senhor da História; é o grande presente de Deus à humanidade.
Dar presente é uma maneira muito palpável de demonstrar a solidariedade e bondade humana em dar sem interesse de receber. É vivenciar de maneira simples e ínfima a imensa e infinita bondade de Deus.

Canções de Natal:

A Igreja católica sempre deu muita importância para o valor da música. As primeiras canções natalinas datam
do século IV e são cantadas até hoje na véspera de Natal.
A Comida:
O Natal significa comida na maior parte do mundo cristão. O simbolismo que o alimento tem na mesa no dia de Natal vem das sociedades antigas que passavam muita fome e encontravam em algum tipo de carne - o mais importante prato - uma forma de referenciar à Deus e à Jesus. Geralmente era servido porco, ganso - mais tarde substituído por peru, e peixe. Uma série de bolos e massas são preparados somente para o Natal e são conhecidos por todo mundo.
A ESTRELA
A estrela na sociedade humana esteve sempre ligada como "bússolas naturais" das pessoas. Hoje os aparelhos de navegação evoluíram de tal forma que as estrelas se tornaram apenas ornamentos no céu, objeto de estudo. Contudo durante milhares de anos eram elas as responsáveis em guiar os navegadores pelos mares e os viajantes pelos desertos. Eram elas que indicavam a direção, o sentido, o porto seguro.
A estrela guiou os três reis magros Baltazar, Gaspar, Melchíor - desde o oriente até local onde nasceu Jesus para que pudessem presentea-lo com ouro, incenso e mirra , é lembrada hoje pelo enfeite que é colocado no topo da árvore de Natal. E Jesus Cristo é a Estrela Guia da humanidade. Ele é o caminho, o Sentido, a Verdade e a Vida.
OS MAGOS
"Eis que uns magos chegaram do Oriente a Jerusalém perguntando: 'onde está o rei dos Judeus, que acaba de nascer? ... viemos adorá-lo, '... Eis que a estrela que tinham visto no Oriente, ia-lhes à frente até parar sobre o lugar onde estava o menino ... e o adoraram. Abriram seus cofres e lhe ofereceram ouro, incenso e mirra"(Mt 2,1-12).
Não eram reis e sim sábios, estudiosos, mas o que isto importa? A mensagem é mais forte que esse detalhe. Esta narração tão plástica e viva, enriquecida posteriormente com aspectos lendários, como o nome dos três (Melchior, Gaspar e Baltazar), traz duas grandes mensagens teológicas:
- Cristo não veio apenas para os Judeus, mas para redimir toda a humanidade, Ele é o polo para o qual convergem todas as raças.
- A segunda grande mensagem está relacionada aos presentes oferecidos pelos magos: ouro, incenso e mirra. O evangelista Mateus expressa por esses símbolos a fé vivenciada pelos primeiros cristãos: Cristo é Rei dos Reis (daí o ouro), é filho Deus (o incenso) encarnado (a mirra).
A VELA
Por milhares de anos, até a descoberta da energia elétrica há 100 anos, a vela, a lamparina ou lampião a óleo, as tochas foram as fontes de luz nas trevas noturnas. A minúscula chama afugentava as trevas, a escuridão dando segurança e calor. Por isso na antigüidade alguns povos chegaram a cultuar o fogo como divindade. Jesus Cristo é a luz que ilumina nosso caminho: "Eu sou a luz do mundo, quem me segue não andará nas trevas, mas terá a luz da vida" (Jo 8,12). E "vós sois a luz do mundo ... não se acende uma candeia para se pôr debaixo de uma vasilha, mas num candelabro para que ilumine todos os da casa. É assim que deve brilha vossa luz" (MT 5,14-16).

Fonte: Catequisar

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

DICA DE FILME: NO OLHO DO TORNADO

No-Olho-do-Tornado-banner-nacionalUm grupo de cientistas caçadores de tempestades liderado pelo ambicioso Pete (Matt Walsh), que contrata a cautelosa meteorologista Allison Stone (Sarah Wayne Callies) para ajudar na aventura; o comportado adolescente Donnie Morris (Max Deacon), que resolve faltar a própria cerimônia de formatura para ajudar Kaitlyn (Alycia Debnam-Carey), por quem é apaixonado, em um projeto escolar – por sugestão do irmão fanfarrão Trey (Nathan Kress) – e a dupla acaba soterrada em uma antiga fábrica, de onde o pai dos meninos, Gary (Richard Armitage) tentará resgatá-los; uma dupla de bobalhões que faz de tudo para ficar famosa no YouTube. Esses são os personagens centrais que terão de enfrentar a fúria do maior tornado que a natureza já produziu.

Comentário:

Vale a pena conferir pelos bons efeitos especiais e por ver o que um tornado pode fazer com uma cidade pequena, mas com muita certeza não vai agradar muito. Já assisti filmes melhores tratando o mesmo assunto. Fica a dica, quem não está a fim de gastar $$$ tem a opção de graça no yoltube o filme completo. .

Albert Ap Guarnieri
aag@folha.com.br

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

20 de novembro — Dia da Consciência Negra

Sem títuloO dia 20 de novembro faz menção à consciência negra, a fim de ressaltar as dificuldades que os negros passam há séculos.

A escolha da data foi em homenagem a Zumbi, o último líder do Quilombo dos Palmares, em consequência de sua morte. Zumbi foi morto por ser traído por Antônio Soares, um de seus capitães.

A localização do quilombo ficava onde é hoje o estado de Alagoas, na Serra da Barriga.

O Quilombo dos Palmares foi levantado para abrigar escravos fugitivos, pois muitos não suportavam viver tendo que aguentar maus tratos e castigos de seus feitores, como permanecerem amarrados aos troncos, sob sol ou chuva, sem água e sofrendo com açoites e chicotadas. O local abrigou uma população de mais de vinte mil habitantes.

Ao longo da história, os negros não foram tratados com respeito, passando por grandes sofrimentos. Pelo contrário, foram escravizados para prestar serviços pesados aos homens brancos, tendo que viver em condições desumanas, amontoados dentro de senzalas.

Muitas vezes suas mulheres e filhas serviam de escravas sexuais para os patrões e seus filhos, feitores e capitães do mato, que depois as abandonavam.

As casas dos escravos eram de chão batido, não tinham móveis nem utensílios para cozinhar. As esposas dos barões é quem lhes concedia alguns objetos, para diminuir as dificuldades de suas vidas. Nem mesmo estando doentes eram tratados de forma diferente, com respeito e dignidade. Ficavam sem remédios e sem atendimento médico, motivo pelo qual inventaram medicamentos com ervas naturais, ações aprendidas com os índios durante o período de colonização.

Algumas leis foram criadas para defender os direitos dos negros, pois muitas pessoas não concordavam com a escravização. A Lei do Ventre Livre foi a primeira delas, criada em 1871, concedendo liberdade aos filhos dos escravos nascidos após a lei. No ano de 1885, criaram a Lei dos Sexagenários, dando liberdade aos escravos com mais de sessenta anos de idade.

Porém, com a Lei Áurea, assinada pela Princesa Isabel em 13 de maio de 1888, foi que os escravos conquistaram definitivamente sua liberdade.

O grande problema dessa libertação foi que os escravos não sabiam realizar outro tipo de trabalho, continuando nas casas de seus patrões, mesmo estando libertos. Com isso, a tão esperada liberdade não chegou por completo.

As oportunidades de vida que tiveram eram limitadas apenas aos trabalhos pesados, como não haviam estudado e não aprenderam outros ofícios além dos braçais, porém, alguns conseguiram emprego no comércio.

O dia da consciência negra surgiu para lembrar o quanto os negros sofreram, desde a colonização do Brasil, suas lutas, suas conquistas. Mas também serve para homenagear àqueles que lutaram pelos direitos da raça e seus principais feitos.

Na data são realizados congressos e reuniões discutindo-se a história de preconceito racial que sofreram, a inferioridade da classe no meio social, as dificuldades encontradas no mercado de trabalho, a marginalização e discriminação, tratando-se também de temas como beleza negra, moda, conquistas, etc.

Fonte: Mundo Educação

Comentário:

A criação desta data é de extrema importância, pois serve como um momento de conscientização e reflexão sobre a importância da cultura e do povo africano na formação da cultura nacional. Os negros africanos colaboraram muito, durante nossa história, nos aspectos políticos, sociais, gastronômicos e religiosos de nosso país. Ainda temos que vencer uma grande luta a do preconceito.

Albert Ap Guarnieri
aag@folha.com.br

19 DE NOVEMBRO DIA DA BANDEIRA

Dia da Bandeira

As bandeiras são símbolos que podem representar uma nação, estado, agremiação política, recreativa ou desportiva, etc. e, seja qual for a instituição que represente, toda bandeira é carregada de simbolismo. A história nos mostra que as primeiras bandeiras que se tem conhecimento foram usadas desde as antigas civilizações, onde os povos as utilizavam para representar seus exércitos, além disso, serviam também para ser identificado pelos aliados.

Neste especial vamos falar sobre a bandeira do Brasil, símbolo de nosso país.

A bandeira nacional como conhecemos hoje foi apresentada ao povo brasileiro em 19 de novembro de 1889, quatro dias depois da Proclamação da República, justamente para marcar uma nova fase para o país e até hoje comemoramos nesta data o Dia da Bandeira. O modelo foi criado por Raimundo Teixeira Mendes e Miguel Lemos, ambos com influência política e religiosa neste início da República, e desenhada por Décio Vilares.

Cada cor tem um significado especial: o verde simboliza nossas matas, o azul nosso céu, o amarelo nossas riquezas, e o branco a paz, já as estrelas representam os estados do país. Há também a inscrição “Ordem e Progresso” no centro, que representa a arrancada concreta e irreversível para o desenvolvimento que nascera com os ideais da República.

Como a bandeira nacional é um dos símbolos mais importantes do país, há algumas regras para ser hasteada, veja só: seu hasteamento deve ser feito pela manhã e ser arriada ao fim da tarde. A bandeira não pode ficar exposta durante a noite, a não ser que seja bastante iluminada.

Curiosidades:

- Uma bandeira em mau estado de conservação não pode ser hasteada. Deve ser entregue a uma unidade militar para ser incinerada no dia 19 de novembro;

- A Bandeira Nacional fica permanentemente hasteada na Praça dos Três Poderes em Brasília. Quando precisa ser substituída, só é arriada quando a nova for hasteada;

- Em alguns locais, a bandeira deve ser hasteada todos os dias. São eles: palácio da Presidência da República; residência do presidente; Congresso Nacional; nos ministérios; no Supremo Tribunal Federal; nos edifícios-sede dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário; em repartições consulares; em repartições federais, estaduais e municipais situadas na faixa da fronteira etc.;

- Não é permitido hastear bandeira de outro país em terras brasileiras se ao lado não estiver a Bandeira Nacional de igual tamanho e posicionada ao lado direito. A exceção é somente para embaixadas e consulados.

(fonte: IBGE Teen)

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Coulrofobia: O temível medo de palhaços

palhaco_450Os palhaços são verdadeiras entidades personificadas por atores no mundo todo, comumente encontrados em circos, em grupos teatrais ou em outras reuniões cômicas, que têm a missão de levar alegria ao coração das pessoas. Os personagens são famosos por usarem vestimentas coloridas, geralmente de tamanhos muito exagerados, além de terem as faces maquiadas com tinta branca, sempre com as sobrancelhas e outros detalhes ressaltados.

Talvez a maior de todas as características da classe, a qual pode apontar de longe que estamos frente a um palhaço, seja o uso de um nariz vermelho. No entanto, as simpáticas personagens representadas pelo uso do rubro no centro da face podem causar em várias pessoas, um efeito muito adverso ao humor, que é o medo. Para ser mais exato, há crianças e mesmo adultos que carregam consigo verdadeiro pavor da figura circense.

Coulrofobia é o termo psiquiátrico usado para designar o medo de palhaços. É comum entre crianças, e às vezes também ocorre com adolescentes e adultos. Às vezes o medo é adquirido após experiências traumáticas com um indivíduo singular, ou após ver algum palhaço ameaçador na mídia. Mesmo assim, é bom salientar que os portadores da fobia sofrem ataques de pânico ao deparar-se com algum indivíduo vestido de palhaço, "os portadores dessa fobia têm ataques de pânico, perda de fôlego, arritmia cardíaca, suores e náusea.

Comentário: Que está figura nem chegue perto de mim. É estranho a reação quando você depara com uma cara pintada e um nariz vermelho.

Albert Ap Guarnieri
aag@folha.com.br

domingo, 7 de setembro de 2014

O Brasil é realmente Independente?

sete-de-setembroNo mês de setembro o Brasil comemora 191 anos de independência, fato que representa o processo que culminou na emancipação política do território brasileiro do Reino de Portugal, no início do Século XIX.

De acordo com a historiografia clássica do Brasil, no dia 7 de setembro, às margens do Riacho Ipiranga, onde atualmente é situada a cidade de São Paulo, o príncipe e regente do país, Dom Pedro de Alcântara Bragança (Dom Pedro I) teria bradado perante a sua comitiva o famoso “Grito do Ipiranga”, ao bradar “Independência ou Morte!”.

Depois de anos sendo explorado, o Brasil, finalmente, tornou-se “livre” de Portugal. Sem dúvida alguma, depois do dia 7 de Setembro de 1822, o nosso país se tornou soberano, porém, não totalmente independente, afinal, em um mundo globalizado, praticamente todas as nações dependem uma das outras para se desenvolver.

Embora muitos países possuam setores independentes, a economia é um aspecto que depende de relações externas. Identifica-se, no Brasil, tal dependência devido à alta demanda de produtos importados, principalmente os que exigem tecnologia aprimorada, como eletrônicos e medicamentos. Embora alguns desses produtos já sejam produzidos no Brasil, quase toda a tecnologia necessária provém das multinacionais estrangeiras.

Muitas dessas empresas buscam, no Brasil, os seus recursos naturais, os quais ainda são encontrados em abundância. Nesse aspecto, pode-se considerar o Brasil como um país quase que totalmente independente, ao contrário da Holanda, que chega a importar mais de 80% da água que consome. Além desse fator, o Brasil também é politicamente independente, afinal, ele possui a própria Constituição e não se submete a intervenções estrangeiras.

Apesar de muitos países serem politicamente independentes quase todos possuem intensas relações com outras nações, principalmente no que se refere à economia. Tal aspecto é a principal característica da globalização, a qual fica evidente em épocas de crise, como aconteceu em 1929, nos Estados Unidos, e que atingiu países de mundo inteiro. Portanto, para uma nação ser considerada totalmente independente, ela não deve apenas deixar de ser uma colônia, mas sim possuir total autonomia político, cultural e econômica, o que não é encontrado em nenhum país do planeta.

Cento e noventa e um anos depois do grito da independência: não, não somos nada independentes. Não dá pra dizer que um país é independente quando seu povo depende de bolsa família, ou seria “bolsa preguiça”?,  pra ter o mínimo de subsistência. Quando mais da metade de seu orçamento é pra amortizar dívida externa. Não dá pra dizer que um país é independente quando um ou dois indivíduos monopolizam a opinião pública e a trabalham da forma como melhor lhe convir, que a grande maioria das concessões de emissoras de rádios e TV  está nas mão de políticos corruptos, que manipulam as informações.  Não, não somos um pais independente quando a política é um plano de carreira, não um trabalho social. Quando depende de medidas totalmente artificiais pra combater a desigualdade racial e sociais, como é o caso da política de cotas para se adentrar nas universidades.

Não dá pra dizer que um país é independente quando precisa da aprovação de Deus e o mundo pra fazer seu manejo de áreas verdes. Gente, o Código Florestal é para ser nosso, se querem criticar, que sejam brasileiros a fazê-lo!

Que independência é essa  quando manifestantes em prol de seus direitos são tratados como vagabundos. Como assim? Não pode fazer greve? Que independência é essa em que eu tenho apenas que obedecer?

Não dá pra dizer que um país é independente quando o governo se banha em escândalos ininteligíveis ao cidadão brasileiro. Não dá pra ser independente quando a escola, o núcleo maior de formação do indivíduo, é tratada como um mero depósito de crianças enquanto os pais trabalham. E os professores, donos da tarefa mais primorosa do universo que é dar a independência de pensamento e crítica ao cidadão, são tratados como lixo, por quem o (mal) paga e por quem deveria sê-lo eternamente grato: os próprios alunos!

Portanto o que caracteriza um país  justo, moderno, independente e que oferece boa qualidade de vida à população são: uma agropecuária moderna e autossustentável, estrutura industrial completa, desenvolvimento científico e tecnológico avançado, modernos e eficientes meios de transporte e comunicação, pequeno número de analfabetismo, boas condições de moradia, alimentação, habitação e saneamento básico, baixa taxa de mortalidade infantil, uma eficiente rede de saúde pública, com hospitais bem equipados e com profissionais totalmente treinados e com capacidade de ajudar os pacientes, leis sérias e realmente punitivas, polícia integrada e que possa combater a violência e, para finalizar uma elevada expectativa de vida.

COLUNISTAS - AFONSO JÚNIOR

Comentário:

Independente seremos o dia em que o voto será facultativo, quando a população tiver emprego e salário digno e não vivendo de bolsa família. Quando os corruptos forem presos. Quando a educação publica tiver o seu valor. Quando acabarem com as filas em hospitais. Ai sim podemos comemorar o 7 de setembro.

Albert Ap Guarnieri
aag@folha.com.br

domingo, 10 de agosto de 2014

A origem do Dia dos Pais

blogAo que tudo indica, o Dia dos Pais tem uma origem bem semelhante ao Dia das Mães, e em ambas as datas a idéia inicial foi praticamente a mesma: criar datas para fortalecer os laços familiares e o respeito por aqueles que nos deram a vida.

Conta a história que em 1909, em Washington, Estados Unidos, Sonora Louise Smart Dodd, filha do veterano da guerra civil, John Bruce Dodd, ao ouvir um sermão dedicado às mães, teve a idéia de celebrar o Dia dos Pais. Ela queria homenagear seu próprio pai, que viu sua esposa falecer em 1898 ao dar a luz ao sexto filho, e que teve de criar o recém-nascido e seus outros cinco filhos sozinho. Algumas fontes de pesquisa dizem que o nome do pai de Sonora era William Jackson Smart, ao invés de John Bruce Dodd.

Já adulta, Sonora sentia-se orgulhosa de seu pai ao vê-lo superar todas as dificuldades sem a ajuda de ninguém. Então, em 1910, Sonora enviou uma petição à Associação Ministerial de Spokane, cidade localizada em Washigton, Estados Unidos. E também pediu auxílio para uma Entidade de Jovens Cristãos da cidade. O primeiro Dia dos Pais norte-americano foi comemorado em 19 de junho daquele ano, aniversário do pai de Sonora. A rosa foi escolhida como símbolo do evento, sendo que as vermelhas eram dedicadas aos pais vivos e as brancas, aos falecidos.

A partir daí a comemoração difundiu-se da cidade de Spokane para todo o estado de Washington. Por fim, em 1924 o presidente Calvin Coolidge, apoiou a idéia de um Dia dos Pais nacional e, finalmente, em 1966, o presidente Lyndon Johnson assinou uma proclamação presidencial declarando o terceiro domingo de junho como o Dia dos Pais (alguns dizem que foi oficializada pelo presidente Richard Nixon em 1972).

No Brasil, a idéia de comemorar esta data partiu do publicitário Sylvio Bhering e foi festejada pela primeira vez no dia 14 de Agosto de 1953, dia de São Joaquim, patriarca da família.

Sua data foi alterada para o 2º domingo de agosto por motivos comerciais, ficando diferente da americana e européia.

Em outros países

Pelo menos onze países também comemoram o Dia dos Pais à sua maneira e tradição.

Na Itália, Espanha e Portugal, por exemplo, a festividade acontece no mesmo dia de São José, 19 de março. Apesar da ligação católica, essa data ganhou destaque por ser comercialmente interessante.

Reino Unido - No Reino Unido, o Dia dos Pais é comemorado no terceiro domingo de junho, sem muita festividade. Os ingleses não costumam se reunir em família, como no Brasil. É comum os filhos agradarem os pais com cartões, e não com presentes.

Argentina - A data na Argentina é festejada no terceiro domingo de junho com reuniões em família e presentes.

Grécia - Na Grécia, essa comemoração é recente e surgiu do embalo do Dia das Mães. Lá se comemora o Dia dos Pais em 21 de junho.

Portugal - A data é comemorada no dia 19 de março, mesmo dia que São José. Surgiu porque é comercialmente interessante. Os portugueses não dão muita importância para essa comemoração.

Canadá - O Dia dos Pais canadense é comemorado no dia 17 de junho. Não há muitas reuniões familiares, porque ainda é considerada uma data mais comercial.

Alemanha - Na Alemanha não existe um dia oficial dos Pais. Os papais alemães comemoram seu dia no dia da Ascensão de Jesus (data variável conforme a Páscoa) . Eles costumam sair às ruas para andar de bicicleta e fazer piquenique.

Paraguai - A data é comemorada no segundo domingo de junho. Lá as festas são como no Brasil, reuniões em família e presentes.

Peru - O Dia dos Pais é comemorado no terceiro domingo de junho. Não é uma data muito especial para eles.

Austrália- A data é comemorada no segundo domingo de setembro, com muita publicidade.

África do Sul - A comemoração acontece no mesmo dia do Brasil, mas não é nada tradicional.

Rússia - Na Rússia não existe propriamente o Dia dos Pais. Lá os homens comemoram seu dia em 23 de fevereiro, chamada de "o dia do defensor da pátria" (Den Zaschitnika Otetchestva).

Independente do seu lado comercial, é uma data para ser muito comemorada, nem que seja para dizer um simples "Obrigado Papai" !

Fonte: Portal da Família

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Dia 9 de julho é feriado em São Paulo, você sabe por quê?

FT1340652673Para quem não sabe, o dia de 9 de julho é feriado somente no Estado de São Paulo. Criado em 1997, há muitas pessoas que não sabem o real significado dessa data, por mais que ela já tenha 16 anos. O tema desse dia, porém, percorreu as ruas do estado e do Brasil nas últimas semanas com bastante força. Essa data tem suas origens nos motins e nas manifestações de 1932, originárias do Estado de São Paulo, popularmente conhecidas como Revolução Constitucionalista.

Em 1932, Getúlio Vargas era presidente do Brasil há dois anos, após o golpe de estado de 30. Em 1930, Getúlio não foi eleito presidente. Porém, inconformado com o fracasso das eleições, procurou o apoio dos estados de Minas Gerais, Rio Grande de Sul e Paraíba para impedir que o candidato eleito tomasse posse. Graças ao apoio militar adquirido, Getúlio assumiu o comando do país.

O recém-presidente desmanchou os congressos estaduais e municipais, indicando sucessores políticos que não agradaram os membros da oligarquia paulista. Em decorrência de certas nomeações, as pessoas se irritaram com o presidente, organizando inúmeros comícios, manifestações e atos públicos.

Cerca de 200 mil pessoas compareceram na Praça da Sé em um desses comícios, recebendo atenção nacional e internacional.

O estopim dos protestos

Quando quatro estudantes foram assassinados por partidários de Getúlio, os protestos começaram em grande escala. Então, na data de 9 de julho de 1932, as manifestações adquiriram mais causas: redemocratização e a elaboração de uma outra Constituição. O episódio ficou conhecido como Revolução Constitucionalista, nome dado ao iminente feriado.

O feriado chega em um momento importante da história atual do nosso país, em que milhares de pessoas estão saindo as ruas para demandar melhores condições de educação, de saúde, de infraestrutura e muitos outros aspectos.

Fonte: MegaCurioso

terça-feira, 24 de junho de 2014

24 de Junho: Viva São João Batista

SSSSSSSSSSSSSSConsiderado como aquele que preparou o caminho para o Messias, João foi um filho muito desejado por Isabel e Zacarias, ambos já com idade avançada. Segundo a tradição, o anjo Gabriel foi quem deu a notícia a Zacarias dizendo que Isabel haveria de dar à luz um menino, o qual deveria receber o nome de João, que significa "Deus é propício".

Isabel era prima de Maria, que viria ser a mãe de Jesus. Conta-se que, durante uma visita da prima, ao ouvir a saudação de Maria, Isabel sentiu o filho mexer-se no seu ventre, bem como ficou repleta do Espírito Santo. Com um grande grito, exclamou: "Bendita és tu, Maria, entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre!". Na despedida, as primas combinaram que o nascimento de João seria anunciado com uma fogueira, para que Maria pudesse vir em auxílio de Isabel.

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Ainda jovem João perdeu seu pai e passou a cuidar de sua mãe. Quando Isabel morreu, ele doou os seus pertences e foi pregar no deserto, usando roupas de peles de animais, alimentando-se de gafanhotos e fazendo discursos públicos com palavras firmes, incentivando a conversão e o batismo.

Anunciava a vinda do Messias esclarecendo com humildade: "Eu não sou o Cristo" (Jo 3,28) e "Não sou digno de desatar a correia de sua sandália" (Jo 1,27).

O apelido de Batista veio do costume de batizar com água no rio Jordão. Ele batizou o próprio Jesus e o apresentou ao povo com dizendo: "Eis o Cordeiro de Deus que tira os pecados do mundo" (Jo 1, 29). Sobre João Batista Jesus declarou: "Jamais surgiu entre os nascidos de mulher alguém maior do que João Batista". Benedito_Calixto_-_Degolação_de_São_João_Batista

João Batista repreendeu o rei Herodes Antipas por haver tomado por esposa Herodíades, mulher separada de seu meio-irmão, o que lhe custou a prisão e a morte por decapitação, por intervenção da própria Herodíades. Esta, sabendo que o rei satisfaria um pedido de sua filha Salomé, que dançaria para a corte, fez a filha pedir-lhe a cabeça de João Batista.

Nas imagens ele aparece como um menino segurando um cordeiro (anunciando a vinda de Jesus), ou como um jovem pregando no deserto ou ainda batizando Jesus. Nas festas juninas é costume fazer uma fogueira, lembrando aquela feita por seus pais para comunicar o seu nascimento.

Fonte: Uol Educação

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Caminhar sobre Brasas fé ou ciências

passagem-fogueira-bocaina-junho-2013-indexO fenômeno é explicado pela combinação dos seguintes fatores: baixa condução, isolamento térmico e um curto intervalo de atrito entre o pé e a superfície do braseiro. Se o fenômeno fosse atribuído ao poder da mente ou a fé, poderíamos trocar as brasas por uma chapa de metal quente na mesma temperatura que as brasas. Mas se fizéssemos isso as pessoas queimariam os pés porque, ao contrário das brasas, a chapa metálica tem alta condutividade.

O caminhar sobre brasas é feito geralmente após a temperatura da fogueira já haver esfriado um pouco. Ninguém acende a fogueira e começa logo a caminhar. Espalham-se os pedaços de carvão pelo chão. Deste modo, os pedaços de carvão ficarão encobertos por certa quantidade de cinza. A cinza tem uma condução térmica ainda menor que o carvão sólido e reduz, assim, ainda mais, a transmissão do calor das brasas para os pés.  Aqueles que caminham sobre as brasas não gastam muito tempo sobre os pedaços de carvão; eles mantêm-se sempre em movimento. Um tempo de contato de no máximo 1 segundo, com cada pedaço de carvão, parece ser um valor seguro para garantir uma baixa transferência de calor para os pés.

De todo modo, caminhar sobre brasas é um procedimento possível, fisicamente explicável, mas que não deixa de ser bastante arriscado.

Fonte: Física e Astronomia.

Comentário:

Confiar na ciência ou não depende de cada pessoa. Acho muito importante ter fé em Deus e devoção aos Santos, mas a nossa fé não pode ser sustentada em exemplos tão frágeis como esse. A nossa fé tem que ser sustentada no exemplo de Jesus. Então a questão fé ou ciências sempre estarão presentes buscando uma explicação.

Albert Ap. Guarnieri
aag@folha.com.br

FESTA DE SÃO JOÃO

passagem-fogueira-bocaina-junho-2013-indexQuentão, pipoca, benção, passagem de fiéis pela Fogueira de São João, missa, shows musicais dão a largada para uma das tradicionais festas juninas do interior de São Paulo.

Bocaina hoje (23 de Junho) deve receber mais de 8 mil turistas por conta da tradicional Festa de São João Batista.

O evento é conhecido em todo o estado por causa do tapete de brasas, sobre o qual passam os fiéis que querem pagar promessas e reafirmar a fé em São João.

A fogueira é preparada em frente à igreja. Após a badalada dos sinos da igreja à meia-noite, os fiéis fazem orações e, alguns, cruzam descalços os três metros de comprimento da fogueira. Algumas pessoas logo após a travessia pelo braseiro não sofrem nem um tipo de queimadura, outras durante sua passagem aceleram seus passos demonstrando a dor da queimadura.

Pessoas se arriscam para pagar promessas ou expressar a fé cristã. A dor é transformada em renovação para àqueles que são devotos do santo.

Origem

A passagem pela fogueira acontece desde 1891, quando surgiu o município São João Batista da Bocaina. Era feita na fazenda Santana, que deu origem à cidade. Até a década de 40, a fogueira de São João ocorria na zona rural, nas fazendas; posteriormente passou a ser feita dentro da cidade.

História

A tradição de acender fogueira na véspera de São João, dia 23 de junho, é antiga. Diz-se que as primas Isabel e Maria estavam grávidas e, por morarem longe uma da outra, combinaram que a primeira a dar à luz acenderia uma fogueira. A promessa foi cumprida por Isabel quando seu filho João Batista nasceu.

sexta-feira, 13 de junho de 2014

Santo Antônio de Pádua

downloadNo dia 13 junho, a Igreja Católica celebra o dia de Santo Antônio de Pádua, um dos santos mais populares, venerado não somente em Pádua, onde foi construída uma basílica que acolhe os restos mortais dele, mas no mundo inteiro. Santo Antônio Nasceu em Lisboa, em uma família nobre, por volta de 1195, e foi batizado com o nome de Fernando. Começou a fazer parte dos cônegos que seguiam a regra monástica de Santo Agostinho, primeiramente no mosteiro de São Vicente, em Lisboa, e depois no da Santa Cruz, em Coimbra, renomado centro cultural de Portugal. Dedicou-se com interesse e solicitude ao estudo da Bíblia e dos Padres da Igreja, adquirindo aquela ciência teológica que o fez frutificar nas atividades de ensino e na pregação.

Começou, assim, na Itália e na França, uma atividade apostólica que levou muitas pessoas que haviam se separado da Igreja a retomarem sua participação e engajamento na vida eclesial.

Nomeado como superior provincial dos Frades Menores da Itália Setentrional, Antônio continuou com o ministério da pregação, alternando-o com as tarefas de governo. Antônio nos recorda que a oração precisa de uma atmosfera de silêncio, que não coincide com o afastamento do barulho externo, mas é experiência interior, que procura evitar as distrações provocadas pelas preocupações da alma. Para Santo Antônio, a oração se compõe de quatro atitudes indispensáveis que, no latim, definem-se como: obsecratio, oratio, postulatio, gratiarum actio. (Extraído e adaptado da Catequese do Papa Bento XVI no dia 10 de fevereiro de 2010)

Santo casamenteiro

Assim é invocado pelas pessoas que desejam se casar e lembrado pelo nosso folclore. Certa senhora, no desespero da miséria a que fora reduzida, decidiu valer-se da filha, prostituindo-a, para sair do atoleiro. Rezava com grande confiança e muitas lágrimas diante da imagem quando, das mãos do Santo, caiu um bilhete que foi parar nas mãos da moça. Estava endereçado a um comerciante da cidade e dizia: "Senhor N..., queira obsequiar esta jovem que lhe entrega este bilhete com tantas moedas de prata quanto o peso do mesmo papel. A jovem não duvidou e correu com o bilhete na mão à loja do comerciante. Daí por diante, as moças começaram a recorrer a Santo Antônio sempre que se tratava de casamento.

Santo das coisas perdidas

Esta tradição é antiquíssima, encontrando-se menção dela no famoso responsório "Si quaeris miracula", extraído do ofício rimado de Juliano de Espira. A crença pode estar ligada a episódios da vida de Santo Antônio como este: Quando ensinava teologia aos frades em Montpeilier, na França, um noviço fugiu da Ordem levando consigo o Saltério de Frei Antônio, com preciosas anotações pessoais que utilizava nas suas lições.

O "pão dos pobres"

Essa prática consiste em doações para prover de pão os pobres, honrando assim o "protetor dos pobres" que é Santo Antônio. Uma tradição liga essa obra ao episódio de uma mãe cujo filho se afogou dentro de um tanque, mas recuperou a vida graças a Santo Antônio. A mulher prometera que, se o filho recuperasse a vida, daria uma porção de trigo igual ao peso do menino. Por isso, no começo, esta obra foi conhecida como a obra do "pondus pueri" (peso do menino). Outra tradição relaciona a obra do pão dos pobres com uma senhora de Tbulon, chamada Luísa Bouffier. Fez, então, uma promessa ao santo: se conseguisse abrir a porta sem arrombá-la, doaria aos pobres uma quantia de pães. Daí por diante, as petições ao santo foram se multiplicando em diferentes necessidades. A benéfica obra do "pão dos pobres" teve extraordinário desenvolvimento, com diferentes modalidades, e hoje é conhecida em toda parte.

quinta-feira, 1 de maio de 2014

Dia do Trabalho: como surgiu?

2reproducao6O primeiro dia do mês de maio é considerado feriado em alguns dos países do mundo. Além do Brasil, Portugal, Rússia, Espanha, França, Japão e cerca de oitenta países consideram o Dia Internacional do Trabalho um dia de folga.

A data surgiu em 1886, quando trabalhadores americanos fizeram uma paralisação no dia primeiro de maio para reivindicar melhores condições de trabalho. O movimento se espalhou pelo mundo e, no ano seguinte, trabalhadores de países europeus também decidiram parar por protesto. Em 1889, operários que estavam reunidos em Paris (França) decidiram que a data se tornaria uma homenagem aos trabalhadores que haviam feito greve três anos antes.

Gradativamente, outros países foram aderindo ao feriado. No Brasil, o feriado começou por conta da influência de imigrantes europeus, que a partir de 1917 resolveram parar o trabalho para reivindicar direitos. Em 1924, o então presidente Artur Bernardes decretou feriado oficial.

Além de ser um dia de descanso, o 1º de maio é uma data com ações voltadas para os trabalhadores. Não por acaso, a Consolidação das Leis de Trabalho (CLT) no Brasil foi anunciada no dia 1º de maio de 1943. Por muito tempo, o reajuste anual do salário mínimo também acontecia no Dia do Trabalho.

Fonte: EBC

Ayrton Senna da Silva

Senna, foi um piloto de Fórmula 1 das décadas de 80 e 90 e maior ídolo brasileiro do automobilismo. A carreira de Senna no automobilismo começou como a da maioria dos pilotos: no kart, chamou atenção das equipes de Fórmula 1, em 1983, ele foi convidado para testar o carro da equipe Williams, uma das maiores da categoria. Senna bateu o recorde do carro na pista de Donington Park e deixou todos “perplexos”, palavras de Frank Williams, chefe da equipe na época. Senna estreou na Fórmula 1 em 1984, guiando uma Toleman. No carro vermelho e branco, ele conquistou três campeonatos (1988, 1990 e 1991) e 35 vitórias. Nos seus dois primeiros anos no novo time, foi companheiro de equipe do francês Alain Prost, considerado seu maior rival na F1. A rivalidade entre Senna e Prost fez aumentar a audiência da categoria e muitos brasileiros acordavam cedo no domingo para acompanhar o já ídolo do esporte. Os dois pilotos trocaram farpas algumas vezes, mas hoje Prost é um dos principais colaboradores do Instituto Ayrton Senna, ONG que desenvolve projetos educacionais para crianças. O acidente de Senna é um dos episódios mais tristes da história do esporte, mas sua morte foi responsável por uma revolução na segurança da Fórmula 1. O falecimento de Senna foi o último de um piloto na categoria, mesmo ocorrendo vários acidentes piores depois.

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Turistas são 'pichados' por população

Turistas vandalizam pedra em Guarujá, SP, e são 'pichados' por população (Foto: Cassia Lins/Arquivo Pessoal)Dois turistas tiveram o corpo "pichado" por banhistas em Guarujá, no litoral de São Paulo, após pichar uma grande pedra na comunidade Prainha Branca. O casal pintou na rocha a sigla "ABC", em referência ao local de onde a dupla seria, segundo relatos de testemunhas do incidente. O caso ocorreu no domingo (20) de Páscoa. Os suspeitos chegaram ao local e começaram a usar tinta branca para pintar a rocha. "Quando você chega à Prainha Branca, do lado direito existe uma enorme pedra localizada em uma ilha, no meio do mar, à qual você tem acesso apenas por trilha e quando a maré está baixa. Essas duas pessoas subiram nessa rocha e pintaram as letras ABC", afirma uma das testemunhas da cena. Após terem presenciado a atitude dos turistas, os banhistas, revoltados, abordaram os dois e, com uma tinta preta, "picharam" o corpo deles e expulsaram os dois da ilha no meio do feriado.

Comentário:
Esse tipo de gente ainda é chamado de turista! Turista é aquele que viaja para apreciar as coisas belas que existem na face da terra e deixam intactas para que outras pessoas também possam apreciar. Esse casal é vitima da sua ignorância, um exemplo total de falta de educação. Este casal deviam ler mais, estudar mais, assistir menos novela, votar melhor, e quando for fazer uma tatuagem, tatue a frase " O direito de um acaba quando começa o do outro".

Albert Ap Guarnieri
aag@folha.com.br 

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Tiradentes vigarista e mentiroso

tiradentesEle estava muito bem vivo, um ano depois, em Paris. O feriado de 21 de abril é fruto de uma história fabricada que criou Tiradentes como bode expiatório, que levaria a culpa pelo movimento da Inconfidência Mineira. Quem morreu no lugar dele foi um ladrão chamado Isidro Gouveia.

A mentira que criou o feriado de 21 de abril
Tiradentes foi sentenciado à morte e foi enforcado no dia 21 de abril de 1792, no Rio de Janeiro, no local chamado Campo da Lampadosa, que hoje é conhecido como a Praça Tiradentes (na verdade, Avenida Presidente Vargas). Com a Proclamação da República, precisava ser criada uma nova identidade nacional. Pensou-se em eternizar Marechal Deodoro, mas o escolhido foi Tiradentes. Ele era de Minas Gerais, estado que tinha na época a maior força republicana e era um polo comercial muito forte. Jogaram ao povo uma imagem de Tiradentes parecida com a de Cristo e era o que bastava: um “Cristo da Multidão”. Transformaram-no em herói nacional cuja figura e história “construída” agradava tanto à elite quanto ao povo.

A vida dele em poucas palavras
Tiradentes nasceu em 1746 na Fazenda do Pombal, entre São José e São João Del Rei (MG). Era filho de um pequeno fazendeiro. Ficou órfão de mãe aos nove anos e perdeu o pai aos 11. Não chegou a concluir o curso primário. Foi morar com seu padrinho, Sebastião Ferreira Dantas, um cirurgião que lhe deu ensinamentos de Medicina e Odontologia. Ainda jovem, ficou conhecido pela habilidade com que arrancava os dentes estragados das pessoas. Daí veio o apelido de Tira-dentes. Em 1780, tornou-se um soldado e, um ano à frente, foi promovido a alferes. Nesta mesma época, envolveu-se na Inconfidência Mineira contra a Coroa portuguesa, que explorava o ouro encontrado em Minas Gerais. Tiradentes foi iniciado na maçonaria pelo poeta e juiz Cruz e Silva, amigo de vários inconfidentes. Tiradentes teria salvado a vida de Cruz e Silva, não se sabe em que circunstâncias.

Tiradentes, maçonaria e a Inconfidência Mineira

Como era um simples alferes (patente igual à de tenente), não lideraria coronéis, brigadeiros, padres e desembargadores, que eram os verdadeiros líderes do movimento. Semi-alfabetizado, é muito provável que nunca esteve plenamente a par dos planos e objetivos do movimento. Em todos os movimentos libertários acontecidos no Brasil, durante os séculos XVIII e XIX, era comum o "dedo da maçonaria". E Tiradentes foi maçom, mas estava longe de acompanhar os maçons envolvidos na Inconfidência, porque esses eram cultos, e em sua grande parte, estudantes que haviam recentemente regressado "formados” da cidade de Coimbra, em Portugal.

Uma das evidências documentais da participação da Maçonaria são as cartas de denúncia existentes nos autos da Devassa, informando que maçons estavam envolvidos nos conluios.

Os maçons brasileiros foram encorajados na tentativa de libertação, pela história dos Estados Unidos da América, onde saíram vitoriosos - mesmo em luta desigual - os maçons norte-americanos George Washington, Benjamin Franklin e Thomas Jefferson. Também é possivel comprovar a participação da Maçonaria na Inconfidência Mineira, sob o pavilhão e o dístico maçônico do Libertas quae sera tamen, que adorna o triângulo perfeito, com este fragmento de Virgílio (Éclogas,I,27) Tiradentes era um dos poucos inconfidentes que não tinha família. Tinha apenas uma filha ilegítima e traçava planos para casar-se com a sobrinha de um padre chamado Rolim, por motivos econômicos. Ele era, então, de todo o grupo, aquele considerado como uma “codorna no chão”, o mais frágil dos inconfidentes. Sem família e sem dinheiro, querendo abocanhar as riquezas do padre. Era o de menor preparo cultural e poucos amigos. Portanto, a melhor escolha para desempenhar o papel de um bode expiatório que livraria da morte os verdadeiros chefes.

E foi assim que foi armada a traição, em 15 de março de 1989, com o Silvério dos Reis indo ao Palácio do governador e denunciando o Tiradentes. Ele foi preso no Rio de Janeiro, na Cadeia Velha, e seu julgamento prolongou-se por dois anos. Durante todo o processo, ele admitiu voluntariamente ser o líder do movimento, porque tinha a promessa que livrariam a sua cabeça na hipótese de uma condenação por pena de morte. Em 21 de abril de 1792, com ajuda de companheiros da maçonaria, foi trocado por um ladrão, o carpinteiro Isidro Gouveia. O ladrão havia sido condenado à morte em 1790 e assumiu a identidade de Tiradentes, em troca de ajuda financeira à sua família, oferecida a ele pela maçonaria. Gouveia foi conduzido ao cadafalso e testemunhas que presenciaram a sua morte se diziam surpresas porque ele aparentava ter bem menos que seus 45 anos. No livro, de 1811, de autoria de Hipólito da Costa ("Narrativa da Perseguição") é documentada a diferença física de Tiradentes com o que foi executado em 21 de abril de 1792. O escritor Martim Francisco Ribeiro de Andrada III escreveu no livro "Contribuindo", de 1921: "Ninguém, por ocasião do suplício, lhe viu o rosto, e até hoje se discute se ele era feio ou bonito...".

O corpo do ladrão Gouveia foi esquartejado e os pedaços espalhados pela estrada até Vila Rica (MG), cidade onde o movimento se desenvolveu. A cabeça não foi encontrada, uma vez que sumiram com ela para não ser descoberta a farsa. Os demais inconfidentes foram condenados ao exílio ou absolvidos.

A descoberta da farsa

Há 44 anos (1969), o historiador carioca Marcos Correa estava em Lisboa quando viu fotocópias de uma lista de presença na galeria da Assembléia Nacional francesa de 1793. Correa pesquisava sobre José Bonifácio de Andrada e Silva e acabou encontrando a assinatura que era o objeto de suas pesquisas. Próximo à assinatura de José Bonifácio, também aparecia a de um certo Antônio Xavier da Silva.

Correa era funcionário do Banco do Brasil , se formara em grafotécnica e, por um acaso do destino, havia estudado muito a assinatura de Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes. Concluiu que as semelhanças eram impressionantes.

Tiradentes teria embarcado incógnito, com a ajuda dos irmãos maçons, na nau Golfinho, em agosto de 1792, com destino a Lisboa. Junto com Tiradentes seguiu sua namorada, conhecida como Perpétua Mineira e os filhos do ladrão morto Isidro Gouveia. Em uma carta que foi encontrada na Torre do Tombo, em Lisboa, existe a narração do autor, desembargador Simão Sardinha, na qual diz ter-se encontrado, na Rua do Ouro, em dezembro no ano de 1792, com alguém muito parecido com Tiradentes, a quem conhecera no Brasil, e que ao reconhecê-lo saiu correndo. Há relatos que 14 anos depois, em 1806, Tiradentes teria voltado ao Brasil quando abriu uma botica na casa da namorada Perpétua Mineira, na rua dos Latoeiros (hoje Gonçalves Dias) e que morreu em 1818. Em 1822, Tiradentes foi reconhecido como mártir da Inconfidência Mineira e, em 1865, proclamado Patrono Cívico da nação brasileira.

Fonte: Guilhobel Aurélio Camargo

Comentário:

A História contada errada são mentiras perigosas que atrasaram em muito a nossa evolução humana. Uma real falta de responsabilidade!

Albert Ap Guarnieri
aag@folha.com.br

domingo, 20 de abril de 2014

Feliz Páscoa

blog

A Páscoa (do hebraico Pessach, significando passagem através do grego Πάσχα) é um evento religioso cristão, normalmente considerado pelas igrejas ligadas a esta corrente religiosa como a maior e a mais importante festa da Cristandade.
Na Páscoa os cristãos celebram a Ressurreição de Jesus Cristo depois da sua morte por crucificação (ver Sexta-Feira Santa) que teria ocorrido nesta época do ano em 30 ou 33 da Era Comum.
O termo pode referir-se também ao período do ano canônico que dura cerca de dois meses, desde o domingo de Páscoa até ao Pentecostes.
Os eventos da Páscoa teriam ocorrido durante o Pessach, data em que os judeus comemoram a libertação e fuga de seu povo escravizado no Egito.
A palavra Páscoa advém, exatamente do nome em hebraico da festa judaica à qual a Páscoa cristã está intimamente ligada, não só pelo sentido simbólico de “passagem”, comum às celebrações pagãs (passagem do inverno para a primavera) e judaicas (da escravatura no Egito para a liberdade na Terra prometida), mas também pela posição da Páscoa no calendário, segundo os cálculos que se indicam a seguir.
A última ceia partilhada por Jesus Cristo e seus discípulos é narrada nos Evangelhos e é considerada, geralmente, um “sêder do pesach” – a refeição ritual que acompanha a festividade judaica, se nos ativermos à cronologia proposta pelos Evangelhos sinópticos.
O Evangelho de João propõe uma cronologia distinta, ao situar a morte de Cristo por altura da hecatombe dos cordeiros do Pessach. Assim, a última ceia teria ocorrido um pouco antes desta mesma festividade.
Os termos "Easter" (Ishtar) e "Ostern" (em inglês e alemão, respectivamente) parecem não ter qualquer relação etimológica com o Pessach (Páscoa). As hipóteses mais aceitas relacionam os termos com Eostremonat, nome de um antigo mês germânico, ou de Eostre, uma deusa germânica relacionada com a primavera que era homenageada todos os anos, no mês de Eostremonat, de acordo com o Venerável Beda, historiador inglês do século VII.

Fonte: Catolicismo Romano

sábado, 19 de abril de 2014

Sábado Santo

O sábado é o segundo dia do Tríduo: no chão junto à ele, durante sete dias e e sete noites com Cristo no sepulcro.
"Durante o Sábado santo a Igreja permanece junto ao sepulcro do Senhor, meditando sua paixão e sua morte, sua descida à mansão dos mortos e esperando na oração e no jejum sua ressurreição (Circ 73).
No dia do silêncio: a comunidade cristã vela junto ao sepulcro. Calam os sinos e os instrumentos. É ensaiado o aleluia, mas em voz baixa. É o dia para aprofundar. Para contemplar. O altar está despojado. O sacrário aberto e vazio.
A Cruz continua entronizada desde o dia anterior. Central, iluminada, com um pano vermelho com o louro da vitória. Deus morreu. Quis vencer com sua própria dor o mal da humanidade. É o dia da ausência. O Esposo nos foi arrebatado. Dia de dor, de repouso, de esperança, de solidão. O próprio Cristo está calado. Ele, que é Verbo, a Palavra, está calado. Depois de seu último grito da cruz "por que me abandonaste?", agora ele cala no sepulcro. Descansa: "consummantum est", "tudo está consumado". Mas este silêncio pode ser chamado de plenitude da palavra. O assombro é eloqüente. "Fulget crucis mysterium", "resplandece o mistério da Cruz".
O Sábado é o dia em que experimentamos o vazio. Se a fé, ungida de esperança, não visse no horizonte último desta realidade, cairíamos no desalento: "nós o experimentávamos… ", diziam os discípulos de Emaús.
É um dia de meditação e silêncio. Algo pareceido à cena que nos descreve o livro de Jó, quando os amigos que foram visitá-lo, ao ver o seu estado, ficaram mudos, atônitos frente à sua imensa dor: "Sentaram-se no chão ao lado dele, sete dias e sete noites, sem dizer-lhe uma palavra, vendo como era atroz seu sofrimento" (Jó. 2, 13).
Ou seja, não é um dia vazio em que "não acontece nada". Nem uma duplicação da Sexta-feira. A grande lição é esta: Cristo está no sepulcro, desceu à mansão dos mortos, ao mais profundo em que pode ir uma pessoa. E junto a Ele, como sua Mãe Maria, está a Igreja, a esposa. Calada, como ele. O Sábado está no próprio coração do Tríduo Pascal. Entre a morte da Sexta-feira e a ressurreição do Domingo nos detemos no sepulcro. Um dia ponte, mas com personalidade. São três aspectos -não tanto momentos cronológicos- de um mesmo e único mistério, o mesmo da Páscoa de Jesus: morto, sepultado, ressuscitado:
"...se despojou de sua posição e tomou a condição de escravo…se rebaixou até se submeter inclusive à morte, quer dizer, conhecesse o estado de morte, o estado de separação entre sua alma e seu corpo, durante o tempo compreendido entre o momento em que Ele expirou na cruz e o momento em que ressuscitou. Este estado de Cristo morto é o mistério do sepulcro e da descida à mansão dos mortos. É o mistério do Sábado Santo em que Cristo depositado na tumba manifesta o grande repouso sabático de Deus depois de realizar a salvação dos homens, que estabelece na paz o universo inteiro".
Vigília Pascal
A celebração é no sábado à noite, é uma Vigília em honra ao Senhor, segundo uma antiqüíssima tradição, (Ex. 12, 42), de maneira que os fiéis, seguindo a exortação do Evangelho (Lc. 12, 35 ss), tenham acesas as lâmpadas como os que aguardam a seu Senhor quando chega, para que, ao chegar, os encontre em vigília e os faça sentar em sua mesa.
A Vigília Pascal se desenvolve na seguinte ordem:
Breve Lucernário
Abençõa-se o fogo. Prepara-se o círio no qual o sacerdote com uma punção traça uma cruz. Depois marca na parte superior a letra Alfa e na inferior Ômega, entre os braços da cruz marca as cifras do anos em curso. A continuação se anuncia o Pregão Pascal.
Liturgia da Palavra
Nela a Igreja confiada na Palavra e na promessa do Senhor, media as maravilhas que desde os inícios Deus realizou com seu povo.
Liturgia Batismal
São chamados os catecúmenos, que são apresentados ao povo por seus padrinhos: se são crianças serão levados por seus pais e padrinhos. Faz-se a renovação dos compromissos batismais.
Liturgia Eucarística
Ao se aproximar o dia da Ressurreição, a Igreja é convidada a participar do banquete eucarístico, que por sua Morte Ressurreição, o Senhor preparou para seu povo. Nele participam pelas primeira vez os neófitos.
Toda a celebração da Vigília Pascal é realizada durante a noite, de tal maneira que não se deva começar antes de anoitecer, ou se termine a aurora do Domingo.
A missa ainda que se celebre antes da meia noite, é a Missa Pascal do Domingo da Ressurreição. Os que participam desta missa, podem voltar a comungar na segunda Missa de Páscoa.
O sacerdote e os ministros se revestem de branco para a Missa. Preparam-se os velas para todos os que participem da Vigília.

Fonte: Catequisar

Comentário:
Hoje celebramos a solenidade do Sábado Santo Páscoa. Este dia faz parte do mistério do sepulcro vazio, onde não se encontra a morte, mas sim a vida, a alegria e o amor D'Aquele que viveu e vive pra sempre em nosso coração. Oração: Senhor, a terra não te pode conter. Rejubilam os nossos corações na certeza da Tua Ressurreição! Nós cremos, Senhor, mas aumenta a nossa Fé.

Albert Ap. Guarnieri
aag@folha.com.br

sexta-feira, 18 de abril de 2014

Sexta-Feira Santa

Neste dia celebramos a paixão e morte de Jesus Cristo. O silêncio, o jejum e a oração devem marcar este dia que, ao contrário do que muitos pensam, não deve ser vivido em clima de luto, mas de profundo respeito diante da morte do Senhor que, morrendo, foi vitorioso e trouxe a salvação para todos, ressurgindo para a vida eterna.

Às 15 horas, horário em que Jesus foi morto, é celebrada a principal cerimônia do dia: a Paixão do Senhor. Ela consta de três partes: liturgia da Palavra, adoração da cruz e comunhão eucarística. Depois deste momento não há mais comunhão eucarística até que seja realizada a celebração da Páscoa, no Sábado Santo.

Ofício das Trevas

Trata-se de um conjunto de leituras, lamentações, salmos e preces penitenciais. O nome surgiu por causa da forma que se utilizava antigamente para celebrar o ritual. A igreja fica às escuras tendo somente um candelabro triangular, com velas acesas que se apagam aos poucos durante a cerimônia.
Sermão das Sete Palavras

Lembra as últimas palavras de Jesus, no Calvário, antes de sua morte. As sete palavras de Jesus são: “Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que fazem…”, “Em verdade te digo: hoje estarás comigo no Paraíso”, “Mulher, eis aí o teu filho… Eis aí a tua Mãe”, “Tenho Sede!”, “Eli, Eli, lema sabachtani? – Meu Deus, meus Deus, por que me abandonastes?”, “Tudo está consumado!”, “Pai, em tuas mãos entrego o meu Espírito!”. Neste dia, não se celebra a Santa Missa.

Por volta das 15 horas celebra-se nas igrejas católicas a Solene Ação Litúrgica comemorativa da Paixão e Morte de Jesus Cristo. À noite as paróquias fazem encenações da Paixão de Jesus Cristo com o Sermão do Descendimento da Cruz e em seguida a Procissão do Enterro, levando o esquife com a imagem do Senhor morto.

fonte: Prof. Felipe Aquino
http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/

quarta-feira, 5 de março de 2014

Acabou o carnaval: Feliz Ano Novo

CarolExiste um ditado, lenda, história ou sei lá o que, que o ano novo no Brasil começa de verdade somente depois das festanças do carnaval. Em minha opinião a cada ano que passa essa festa chamada de carnaval vem perdendo o verdadeiro sentido da brincadeira inocente, da alegria sem interesse, e de ser uma diversão saudável, assim como natal e outras datas que também perderam a sentido principal. O que se pode comprovar nesses eventos e desfiles carnavalescos é apenas bagunça, violência, interesses financeiros e muita gente se encharcando de álcool, drogas, sexo e claro elas fazem de questão de estampar na cara e na ponta da língua que só vai se preocupar depois do carnaval.

Acabou, portanto, o feriado mais animado do nosso querido Brasil. A partir deste momento as pessoas começam a planejar suas vidas, as empresas começam a trabalhar de verdade, os funcionários deixam a tal “preguiça” de lado e colocam a mão na fogueira. Não jogue suas promessas e seus objetivos ao vento para que se tornem míseros confetes de carnaval.

Albert Ap. Guarnieri
aag@folha.com.br

terça-feira, 4 de março de 2014

Significado da Quarta-feira de Cinzas

quarta-feira-de-cinzas-para-facebookA quarta-feira de cinzas é o dia da abertura da quaresma, segundo a tradição Cristã. A cinza, maior simbolismo da data, é na crença a representação da efemeridade e fragilidade da vida e deve trazer ao coração dos fiéis sentimentos de reflexão e mudança de vida. A quarta-feira de cinzas sempre ocorre 46 dias antes da Quaresma e pode variar desde a primeira semana de fevereiro até a segunda semana de março, de acordo com a Páscoa.

A tradição Cristã é que nessa data, durante as missas, os fiéis sejam abençoados com cinzas, pelo padre que faz um sinal da cruz em duas testas. Para muitos o simbolismo e a mensagem passada pelas celebrações e os costumes da data levam ao arrependimento e a tentativa de aproximação a Deus através do perdão e da conciliação.

A quarta-feira de cinza é o primeiro dia da quaresma, ela é após o carnaval e antecede 40 dias ao dia da páscoa, essa data não é fixam, ou seja, todo ano essa data muda. A data é de acordo com a páscoa (que ocorre sempre após a primeira lua cheia do dia 21 de março). Assim conta-se 40 dias para trás e marca a quarta-feira de cinzas, assim como o carnaval.

As cinzas segundo passagens do antigo testamento servem como sinal de arrependimento aos pecadores. Nesse período durante a missa o padre marca a testa das pessoas com cinzas. Esse símbolo serve para pensar, refletir e se arrepender pelos pecados cometidos e lembrar que todos estamos sujeitos a morte e da grandeza de Deus.

Fonte: Cultura

segunda-feira, 3 de março de 2014

Por que o carnaval muda de data?

O carnaval, é uma data comemorativa, que antecede o período de quaresma, onde se dá nos quarenta dias que antecedem a páscoa. Tradicionalmente essa comemoração segue o calendário lunar, onde se dá o motivo de mudança todos os anos. Deste modo, o calculo para essa data é feito com base nas comemorações religiosas da semana santa e Páscoa.
Em regra a Páscoa tem de ser ao 1º domingo de Lua Cheia da Primavera no Hemisfério Norte. Com isso, é determinado a data do carnaval, contando a partir do primeiro dia que se iniciou o período Quaresma.
O carnaval é uma festa móvel, onde desde principio era sempre comemorada com muita alegria, pois a festa significava uma expressão de liberdade. Os antigos costumavam a comemorar esse dia,  jogando um nos outros, água, ovos e farinha e se vestiam de maneira diferente para expressar essa autonomia.
Essa festa foi tão bem adaptada a sociedade, que ao decorrer do tempo, foi se desenvolvendo cada vez mais, gestos e maneiras de comemorar a data, e assim foi onde se originou a forma carnavalesca que é tão festejada nos dias de hoje, principalmente no Brasil.
Fonte: SuaPesquisa